O processo teve várias etapas de entrevista, na qual tive a possibilidade de conversar tanto com pessoas do RH do MX e de Curitiba, quanto à liderança direta. Apesar do número excessivo de conversas (foram 5 conversas no total) + teste psicométrico, o tempo entre uma etapa e outra foi super rápido. As conversas fluíram de maneira leve, focando em pontos da minha história profissional e pessoal. Eles também foram super claros ao responder as perguntas, falar dos desafios e dia a dia na empresa. Eu realmente fiquei entusiasmada em fazer parte.
Sei que especialmente em empresas tech/scale-up, o ritmo pode ser frenético e prioridades mudarem o tempo todo, mas do que conheci do time e pelo que li da empresa, tive a impressão de que experiência do colaborador é algo muito valorizado. Bem, aqui é mais uma dica: a experiência do candidato entra nessa caixinha também.
O cérebro humano sempre vai preferir uma conclusão, ainda que desfavorável ou diferente do que se espera, do que uma espera indefinida.
Porque quando avançamos tantas etapas, óbvio que não há garantias e sabemos que existem outros candidatos na mesma posição, mas é natural criar-se uma expectativa e traçar um plano inicial de movimento.
O que começou para mim como uma experiência super positiva e boa imagem da empresa, se perdeu no silêncio. Mesmo mandando mensagens, fui completamente ignorada.