Duas pessoas mal preparadas me entrevistando, passei por um questionário gigante, de perguntas pessoais, não é claro como as respostas são analisadas, por quem, com qual objetivo ou quais competências estão sendo observadas, processo todo de viés de julgamento, discriminação e exclusão velada.
Entregaram um bombom, canetinha, água. pedindo para abrir a alma na descrição, soa como uma tentativa de maquiar um processo excludente com “gentileza forçada”. O gesto do presentinho não anula o desconforto gerado por perguntas com zero critério técnico para estar aprovado ou não.