No início, a entrevista transcorreu de forma tranquila. A entrevistadora foi receptiva e me deixou à vontade para falar sobre minha experiência profissional. No entanto, em seguida, o tom mudou: as perguntas passaram a ser feitas de forma ríspida e excessivamente questionadora, sem foco técnico. Houve questionamentos pessoais, como se eu pretendia ter filhos nos próximos anos, e até sobre minha escolha em seguir a carreira jurídica, considerando que não tenho familiares advogados. Também foram feitos comentários negativos sobre a última profissional que ocupou o cargo, o que causou desconforto e passou uma impressão desfavorável sobre o ambiente e a postura da liderança.