O processo seletivo é feito de forma incoerente. Uma conversa inicial é realizada com um colaborador do RH. Os pontos avaliados na entrevista são muito básicos e não é feita uma coleta eficiente do histórico do candidato. Logo após é realizada uma conversa com um supervisor da empresa na sede fora do Brasil, por telefone. O colaborador do RH também conversa com o supervisor, num sistema de bate-papo, ao mesmo tempo que a conversa flui ao telefone o que cria muito desconforto. Por fim, não há nenhum feedback da entrevista.